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Craibas

Câmara sabatina MVV e esclarece questões para tranquilizar população do Agreste

Devido às fortes chuvas, houve erosão de breve estrutura da mineradora; local está distante da barragem

Publicada em 17/05/24 às 17:06h - 144 visualizações

Por Assessoria


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Câmara sabatina MVV e esclarece questões para tranquilizar população do Agreste
 (Foto: Assessoria/MVV)

Nesta quinta-feira (16), a Mineração Vale Verde (MVV) foi convocada para participar de uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Arapiraca, no bairro de Santa Edwiges.

 

O intuito foi idealmente explicar o que teria ocorrido no último dia 7, quando a água acumulada sobre uma das bancadas de trabalho da Pilha de Estéril encontrou um caminho preferencial para escoamento através da berma (borda), causando uma pequena erosão na estrutura, na oportunidade em que chuvas torrenciais acometeram o Agreste alagoano, tendo em vista o receio da população local em haver algum incidente envolvendo a Barragem Serrote.

 

Participando da mesa-diretora da Casa Herbene Melo, o gerente geral da MVV, Breno Martins, pontuou que o vídeo compartilhado nas redes sociais mostrava, na verdade, imagens do depósito de estéril da empresa com o referido fluxo de água.

 

Ele reforçou a importância dos veículos de imprensa para levar informações para a população, mas que a ânsia em divulgar os fatos o mais rápido possível acabou gerando ruído e apreensão nos moradores das duas cidades próximas à Mina Serrote. Afinal, não se tratava de nenhuma falha estrutural da barragem, entendendo que é necessária a apuração real dos fatos noticiosos.

 

Por meio de slides em apresentação técnica detalhada, foram mostradas as ações imediatas tomadas pela empresa, que produz concentrado de cobre e é a primeira em metais básicos do estado de Alagoas.

 

A companhia reforçou que identificou o fluxo de água logo nas primeiras horas do dia em questão, durante inspeção padrão pós-chuvas, a qual constatou que os controles estavam ativos e foram eficazes no direcionamento da água, conforme a drenagem. Paralelamente, intensificaram-se as ações de inspeção, visando evitar novos casos como esse, e a comunicação direta junto aos moradores (as).

 

“É importante ressaltar que não foi identificado nenhum outro risco na estrutura — que tem ao todo 1 km —, nem extravasamento de água, terra ou rocha para fora da propriedade da MVV. Significa dizer, então, que não houve impactos sobre as comunidades vizinhas ao empreendimento. Em tempo, o depósito de estéril não tem relação nenhuma com a barragem, que permanece segura e estável. Frise-se que a pilha estéril é um depósito de rochas que fica a mais de 5 km da barragem”, diz Breno Martins, tranquilizando a todos os presentes no plenário e agradecendo o ensejo de explicar melhor sobre o ocorrido à comunidade.

 

Estiveram presentes também integrantes da Prefeitura de Arapiraca, representando o prefeito Luciano Barbosa, a secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Rosa Lira; o secretário Municipal de Ordem Pública, coronel Ênio Bolivar; o secretário Municipal de Serviços Públicos, Diogo Cajueiro; representantes do Ministério Público Estadual (MPE); do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL); da Defesa Civil de Arapiraca; e duas lideranças comunitárias de Arapiraca: Márcio Silva (Corredor) e Valmir Silva (Itapicuru), ambos componentes do Comitê Social Participativo da Mineração (CSPM).

 

Outros assuntos pertinentes foram abordados, como a capacidade da Barragem Serrote e seu método construtivo (alteamento a jusante, o mais seguro do Brasil); se o rejeito é tóxico (fato este desmistificado por ser Classe II-B, sendo inerte e não perigoso); sobre supostas rachaduras ocasionadas pelos desmontes controlados — fato este que aguarda o parecer dos novos estudos da Defensoria Pública da União (DPU), mas que, de antemão, a empresa afirma não haver nexo causal com suas operações, respeitando todos os limites legais —; sobre emprego e renda na região; repasse de royalties aos municípios; e uma “denúncia” a respeito de uma “língua preta” advinda da empresa.

 

 

 

FPI

 

Como acontece todos os anos, no último 29 de abril, a Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (FPI do Rio São Francisco) iniciou uma nova etapa de ações em defesa do Velho Chico. No referido dia, as equipes técnicas da FPI estiveram no site da MVV, em Craíbas.

 

Nesta 13ª fase da Fiscalização, o foco se voltou para o Agreste e Sertão alagoanos, com audiência pública realizada no último sábado (11), no auditório do Planetário Digital e Casa da Ciência de Arapiraca, pontuando os resultados obtidos em todas as incursões dos grupos de trabalho.

 

Os integrantes da comitiva estiveram na Mina Serrote, a fim de fiscalizar aspectos de extração mineral e resíduos sólidos; segurança da barragem; gestão ambiental; e fauna e flora, entre outros apontamentos.

 

A fiscalização não encontrou nenhum indício de irregularidade nos processos da Mina Serrote, contrariando as informações equivocadas que circularam na imprensa local.

 

Um vídeo chegou a circular nas redes sociais, feito por um morador de uma comunidade anfitriã, “denunciando” o lançamento de rejeitos na localidade, o que ele chamou pejorativamente de "língua preta".

 

Em nota, colocando os fatos na mesa, a MVV informou que o lançamento de efluentes provenientes de sua operação, bem como o processo de descarte dos rejeitos na Barragem Serrote, estão totalmente regularizados, conforme as licenças e outorgas emitidas e fiscalizadas pelos órgãos ambientais.

 

A água vista no referido vídeo na internet, que não é tóxica, é resultante da drenagem da própria área da mineração, e sua coloração é devido à tonalidade da “terra” presente na área da mina, que é escura. Ao contrário do que foi noticiado de forma irresponsável, essa água não é descartada no meio ambiente e fica armazenada na própria barragem.

 

As ações da FPI, inclusive, acontecem também em outros estados, como a Bahia, Sergipe, Pernambuco e Minas Gerais, a partir de um termo de cooperação técnica firmado entre 28 órgãos públicos e entidades da sociedade civil organizada.

 

“Vale salientar que esta operação verificou se, além de empreendimentos minerários, áreas como comércio de produtos e prestação de serviços observavam as normas estabelecidas na legislação em vigor referentes ao funcionamento da sua respectiva atividade. Neste ponto, a MVV ressalta sua confiança em seus processos ambientais, que estão devidamente licenciados, tendo seus dados reportados aos órgãos ambientais competentes. Estamos cientes de nossos impactos na região e abertos para fiscalizações como essa”, comenta o gerente geral Breno Martins, que parabenizou a FPI e, ainda, a casa legislativa de vereadores arapiraquenses, pela oportunidade de transparecer os fatos.

 

A MVV segue com o compromisso de manter a Segurança — seu principal valor — para os seus empregados (as), terceiros (as) e moradores (as) das comunidades anfitriãs.

 

SOBRE A APPIAN BRAZIL

 

O Grupo Appian Capital Brazil é a plataforma no país da Appian Capital Advisory, fundo de investimentos com atuação exclusiva nos setores de mineração e metalurgia.

 

No Brasil, o Grupo Appian se estabeleceu em 2018 com a aquisição de dois ativos: a Atlantic Nickel, operação de níquel sulfetado na Bahia, e a MVV, empreendimento de cobre com operação em Craíbas-AL.




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